1º Ato Intermunicipal em Defesa dos Parques Ameaçados de São Paulo

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Inicia a Primavera. Lindo momento para desfrutar das praças, dos parques e das áreas verdes, não é mesmo? Sim e não. O “sim” é óbvio. O “não” é porque estamos sendo proibidos de usufruir das últimas áreas verdes ainda permeáveis de São Paulo devido à privatização e ao setor imobiliário.

As últimas áreas verdes dos quatro cantos da cidade (e do centro!) estão desaparecendo. Elas estão sendo constantemente ameaçadas, entrando em extinção, devido à ganância desse setor que só pensa no lucro.

Enquanto milhares de cidadãos e cidadãs encontram-se em situação de rua, a especulação imobiliária trabalha duro para construir prédios de luxo em áreas nobres e fazer das periferias, um depósito de pobres. Isso se chama gentrificação! E o poder público é conivente com esse modelo pois, afinal, o setor imobiliário banca a campanha dos políticos, de todos eles.

Seja no centro ou na periferia, as construtoras estão literalmente destruindo as últimas áreas verdes que ainda restam em São Paulo, cimentando o solo e soterrando nascentes em plena crise de abastecimento de água.

Essas áreas são fundamentais para a qualidade de vida dos habitantes. E São Paulo está bem abaixo do mínimo estabelecido pela Organização Mundial de Saúde. Segundo a OMS, o mínimo de área verde que um habitante precisa para sobreviver é de 12 m2. São Paulo possui apenas 2,6 m2.

Venha de verde, resistir pelos Parques de São Paulo!

Dia 4 de outubro, dia da Natureza!
Às 10:00, no Parque Trianon, em frente ao MASP
Avenida Paulista, 1700

 

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